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Após afastamento de presidente do Coren-BA, seis servidores pedem exoneração e cinco são demitidos por gestão interina

Afastamento de Jimi Medeiros se deu por denuncia de “rachadinha”; Justiça pede provas

Coren-BA vai gastar R$ 4,5 milhões com comunicação e eventos
Foto: Reprodução/YouTube
Foto: Reprodução/YouTube

Após afastamento temporário do presidente do Conselho Regional de Enfermagem na Bahia (Coren-BA), Jimi Medeiros, para apurar uma denúncia de “rachadinha”, a gestão foi toda modificada em pouco tempo.

No primeiro dia de posse do presidente interino Holmes Filho, cinco servidores foram demitidos. No dia seguinte, mais seis pediram demissão.

“Pedimos demissão, pois não aceitamos esse golpe que foi instalado aqui no Coren. Não é justo tirar um presidente eleito, sem provas, apenas para alimentar disputas políticas. Essa atual gestão não me representa”, disse Rosimeire Cardoso, que exercia a função de coordenadora do Núcleo de Processo Ético do Coren-BA, ao site Política Livre.

O afastamento de Jimi Medeiros por 90 dias foi determinado pelo Conselho Federal de Enfermagem. Jimi Medeiros conta que seu nome foi arrolado no processo por vingança. “Eu recebi a denúncia de rachadinha e dei prosseguimento. Encaminhei para o próprio Cofen, Polícia Federal e Ministério Público Federal. Acredito que não queriam que eu fizesse isso. Não tem nenhuma prova contra mim, e considero injusto meu afastamento”, contou Jimi, à reportagem.

A Justiça Federal expediu uma liminar na última terça-feira (29) determinando que o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) explique em até 10 dias o motivo do afastamento de Jimi Medeiros do cargo.

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