Marta Rodrigues questiona aluguel milionário da Transalvador e cobra explicações da Prefeitura

Valor de R$ 160 mil mensais levanta debate sobre uso do dinheiro público e venda de terrenos municipais

Foto: Luciano Barreto/PB
Foto: Luciano Barreto/PB

A vereadora Marta Rodrigues (PT) criticou o aluguel do prédio da Transalvador pela Prefeitura de Salvador, que custa R$ 160 mil por mês aos cofres públicos. Integrante da Comissão de Finanças, Fiscalização e Orçamento da Câmara, a parlamentar cobrou esclarecimentos sobre o contrato e questionou a lógica da administração municipal, que vendeu a antiga sede do órgão por R$ 40 milhões em 2019, mas agora paga um valor milionário para manter a estrutura alugada.

“Essa denúncia sobre o valor exorbitante do aluguel da Transalvador, feita pela coluna Metropolítica, do site Metrópole, merece uma apuração rigorosa. Se o contrato for mantido até o fim, serão R$ 10 milhões desperdiçados com aluguel”, alertou Marta. A vereadora enfatizou a falta de transparência nos gastos e cobrou a gestão municipal sobre os critérios para a escolha do novo local, no edifício Comercial Camará 2, no Caminho das Árvores.

Além do alto custo, a parlamentar levantou dúvidas sobre a propriedade do imóvel e possíveis alternativas que poderiam evitar esse gasto. “De quem é esse espaço que está sendo alugado? Por que a Prefeitura não adquiriu uma nova sede ou realocou o órgão para um terreno próprio? O prefeito vende terrenos alegando que não têm serventia, mas gasta uma fortuna alugando um imóvel para um órgão municipal. Essa incoerência precisa ser esclarecida”, declarou Marta Rodrigues.

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