A vereadora Marta Rodrigues (PT) criticou nesta quarta-feira (25) a nova composição do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam), definida pela Prefeitura de Salvador por meio do Decreto nº 40.262/2025.
Segundo ela, o colegiado repete entidades dos anos anteriores, sem renovação e com nomes que geram dúvidas sobre representatividade.
“A cidade vive uma crise ambiental séria, e o conselho que deveria ajudar a enfrentá-la segue sem oxigenação. Uma das entidades sequer tem sede em Salvador. Qual o critério usado para manter ou incluir essas organizações?”, disse Marta.
Entre os casos citados por Marta estão, o Instituto Restinga, sediado em Camaçari e inativo desde 2020, e a Fundação Baía Viva, presidida por Isabela Suarez, que apesar de ter origem empresarial, figura como entidade da sociedade civil no conselho.