Justiça manda bloquear contas e impõe multa milionária por greve ilegal em Lauro de Freitas

Sindicato e presidente são responsabilizados por manter paralisação mesmo após decisão judicial

Foto: Divulgação/PMLF
Foto: Divulgação/PMLF

O Tribunal de Justiça da Bahia aumentou para R$ 100 mil a multa diária aplicada ao sindicato dos professores de Lauro de Freitas (Asprolf) e ao presidente da entidade, Valdir Silva, por manterem a greve considerada ilegal. A decisão também determinou o bloqueio imediato das contas do sindicato, por meio do sistema Bacenjud.

Segundo o desembargador José Cícero Landin Neto, relator do caso, o sindicato descumpriu a liminar que mandava suspender a greve desde 7 de julho. “A luta continua! Greve mantida!” foi uma das frases divulgadas oficialmente pela entidade, o que, de acordo com o magistrado, demonstra “desrespeito manifesto” à Justiça.

A medida atende a pedido do Município de Lauro de Freitas, que alertou sobre os prejuízos à comunidade escolar. A Justiça determinou ainda a intimação urgente do sindicato e de seu presidente, com possibilidade de responsabilizações nas esferas cível, administrativa e criminal em caso de novo descumprimento.

Siga a gente no Insta | Face | TwitterYouTube | Whatsapp.

Acompanhe o Panorama da Bahia no Google Notícias e fique sempre bem informado.

Notou algum erro no texto acima? Por favor, nos informe clicando aqui.

Apoie o Panorama da Bahia com qualquer valor e ajude a manter a integridade da nossa linha editorial: pix@panoramadabahia.com.br

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp

VEJA TAMBÉM

error: Conteúdo protegido.